Leandro Silva Advogado & Consultor

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O Advogado Leandro Silva é contratado para suspender leilão de venda antecipada de bens na operação Monte Carlo

CONTRATAÇÃO.

 O Advogado Leandro Silva, integrante do escritório BMS Consultoria & Advocacia, é contratado por ADRIANO APRÍGIO DE SOUZA para executar suas defesas nas ações judiciais de medidas cautelares de venda antecipada de bens.

 Foi veiculado no Jornal “O Popular”, no dia 17 de outubro de 2015, matéria informando sobre a ocorrência do leilão no dia 30 de outubro de 2.015 dos bens de ADRIANO APRÍGIO, que a justiça de primeiro grau acha que pertence a Carlos Cachoeira. Veja o teor da matéria:

 “Imóveis de Cachoeira vão a leilão

Divergência sobre situação e uso leva Justiça a autorizar venda de bens avaliados em R$ 3 milhões.

Um total de 22 lotes e um barracão localizados em Anápolis, Caldas Novas e Goiatuba, pertencentes à organização criminosa chefiada pelo empresário Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Cachoeira, devem começar a ir a leilão ainda este mês. O valor de avaliação parcial dos bens supera os R$ 3 milhões.

O pedido do Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) foi acatado pela 11ª Vara da Justiça Federal em Goiás que, por sua vez, autorizou a alienação antecipada dos imóveis que estavam em nome de Adriano Aprígio de Souza, ex-cunhado de Carlos Cachoeira, que seria o real proprietário dos bens. A decisão foi divulgada ontem.

As propriedades foram sequestradas na Operação Monte Carlo e estavam depositadas sob a responsabilidade de Adriano Aprígio até a decisão final dos processos.

Em juízo, Adriano prestou contas e afirmou que não obtinha renda ou fruto dos imóveis. No entanto, o MPF-GO identificou irregularidades nas declarações. “As afirmações do réu não eram condizentes com a realidade. Constatou-se que havia a sonegação e o repasse incompleto de informações acerca da situação desses lotes ao Poder Judiciário e alguns deles continham edificações não registradas”, revela o procurador da República Jorge Medeiros.

 Um dos exemplos citados pelo procurador é de um lote em Goiatuba. A área é ocupada pela Fundação Nelson Castilho - instituição filantrópica que explora uma rádio local. A conta de energia mensal da fundação girava, em média, em torno de R$ 5 mil. “Com isso, comprovou-se que nesse espaço o uso era além do doméstico”, ressalta.

 A instituição, segundo o procurador, é investigada pelo MPF em virtude de veiculação de propagandas com fins lucrativos na rádio comunitária, o que contraria as sanções da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). “Resta claro no caso uma situação de penumbra e má-fé sobre a real situação dos imóveis e sua manutenção, restando claro o modo temerário de gestão do conjunto patrimonial”, complementou Jorge Medeiros. A Fundação Nelson Castilho tem prazo de 15 dias para desocupar o espaço, a partir do momento em que receber a intimação.

 Acompanhamento

 Outros imóveis que pertencem à organização criminosa estão sendo investigados e também podem ir a leilão. “Existe essa possibilidade. São propriedades, ainda sob a medida de sequestro, que vêm sendo acompanhadas de maneira criteriosa pelo MPF”, arremata.

 O empresário Carlos Augusto de Almeida, o Cachoeira, não quis se pronunciar sobre o assunto. Seu advogado, Nabor Bulhões, não retornou as ligações da reportagem. O advogado de Adriano Aprígio, Leandro Silva, preferiu não se manifestar sobre o assunto.”

 Registramos a ocorrência deste evento no Jornal “O Popular” e, como de costume, ressaltamos a nossa máxima fé na vitória.

 Cordialmente,

 Leandro Silva

Advogado